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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Brinquedos que voam

Que tal brincarmos com as crianças de pipas (Capucheta), cata-ventos de diferentes tamanhos, bolhas de sabão, aviões de papel, etc., para despertar as possibilidades de exploração e movimentação do vento, mesmo sendo invisível.
Ao abordar esse elemento da natureza, vale também levar as crianças a tomar consciência da relação que os seres humanos estabelecem com ele. "O vento é útil para quê?", "Que sensação provoca nos dias de frio?", "É possível criar vento?" e "Como percebemos que ele existe mesmo não conseguindo vê-lo?" são algumas das questões que podem ser lançadas para levá-las à reflexão. "Agindo assim, o educador põe em prática uma ideia de Jean Piaget (1896-1980), que diz que o conhecimento se funda na ação e as crianças devem se relacionar com o mundo levantando hipóteses".

Objetivos:

  • Elaborar hipóteses sobre os fenômenos da natureza. 
  • Explorar problemas de ordem física com brinquedos voadores. 
  • Construir pensamentos para observar o mundo científico. 
Como fazer uma pipa capucheta de jornal. 
Essa capucheta não usa armação por isso, é fácil de fazer, mas muito cuidado na hora de levantar voo pois, ela não tem armação, e as vezes o jornal vira uma bola no ar, e a capucheta caí de repente, por isso não fique dando tranco, puxando a linha. 

Materiais necessários: 
1 folha de jornal daquelas dupla 
tesoura 
fita adesiva ou durex 
1 palito de dente 
linha 10 de pipa, ou qualquer outra linha,(se for muito fraca embola e arrebenta). 

Abra a folha de jornal.



Dobre o jornal formando um losango.

Corte com a tesoura.

Abra agora, repare que tem a parte mais fina , onde vai ficar a rabiola.

Dobre até o meio o lado direito.

A mesma coisa do lado esquerdo.

Vire a folha.


Dobre a parte de cima, para baixo.



Vire a folha , coloque fita adesiva, nas duas abas, e na parte de baixo.



Fure com o palito as duas abas.


Fure a parte de baixo também.



Nas abas de cima fica o estirante.



O estirante deve chegar até a parte de baixo.


Faça o nó do estirante e amarre a linha.


Pegue um pedaço de linha para fazer a rabiola de 6 cm mais ou menos.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Cantigas de Roda

A canoa não virou
A canoa não virou,
Não virou, nem vai virar,
A Maria está dentro dela e não sabe nadar...
Se eu fosse um marinheiro,
e soubesse nadar,
Eu salvava a Maria,
Pra com ela me casar!!!

Dicas para trabalhar: Amor ao próximo, amizade e companheirismo.

Dicas para oficina de sucata para trabalhar a cantiga: fazer canoas feita com rolo de papel higiênico para montar um painel com a reescrita da cantiga. Nas canoas, desenho dos alunos e seus nomes.



O cravo brincou com a rosa
O cravo brincou com a rosa,
De roda e de queimada,
O cravo saiu contente,
E a rosa muito encantada!
A rosa foi para casa,
O cravo foi atrás dela,
De noite fez serenata,
Em frente sua janela!

Dicas para trabalhar: Amor ao próximo, amizade e companheirismo, paz.

Dicas para oficina de sucata para trabalhar a cantiga: fazer rosas de papel para cantar a canção com a turma. Cada criança leva uma rosa pra casa.


Fonte: http://www.pragentemiuda.org/2013/08/folclore-reescrita-de-cantigas-de-roda.html

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Quebra cabeça tátil com material reciclado

A sugestão desta postagem é fazer um jogo da memória tátil com seus alunos, para desenvolver o aprendizado de cada um. A atividade pode ser feita com reciclagem de CDs, tampas plásticas, latas, pedaços de papelão...

Materiais:
  • Papelão, CD e DVD usados, tampas diversas, etc.;
  • Pistola e bastão de cola quente;
  • Cereais, lã, cotonetes, palitos, algodão, canudos, areia, pó de madeira e etc.



Como que faz?
1. Pegue papelão, CDs ou qualquer um dos materiais sugeridos no primeiro tópico, como base para jogo. Eles terão a mesma função das cartas em um jogo da memória comum.
2. Pegue também os outros materiais e faça formas iguais em bases iguais com eles. Por exemplo, se fizer um triângulo com cotonetes, repita o mesmo procedimento. Assim as crianças conseguirão tatear e adivinhar corretamente as formas correspondentes.

Como se brinca?



1. Espalhe as peças no chão ou na mesa.
2. Coloque a venda nos olhos das crianças e, ao tatear, as peças deverão procurar seus pares.
3. Aquela criança que encontrar mais pares ganhará o jogo.

Dicas metodológicas
1. Apresente o jogo às crianças;
2. Apresente por meio da oralidade e da escrita a relação do material necessário;
3. Peça apoio para as crianças e ou seus responsáveis para trazer de casa o material de sucata;
4. Organize o material um dia antes da realização da oficina;
5. Confeccione o material na presença das crianças e, se possível, com ajuda das que tenham idade maior que 4 anos.
6. Jogue com as crianças e deixe-as jogarem sozinhas, observando e registrando o momento da brincadeira.

DICA 01: Explique aos alunos que os deficientes visuais utilizam muito o tato para conseguirem superar as dificuldades que possuem devido à falta do sentido da visão: usam, por exemplo, uma bengala que serve como extensão do braço; e/ou que a leitura em Braille também utiliza o tato.

DICA 02: Você pode enfileirar vários canudinhos, fazer montinhos de algodões iguais, fazer a letra "A" com canudinhos, ou mesmo outras letras que as crianças conheçam, quadrados com palitos, entre outros. É só usar a imaginação!

DICA 03: É interessante trabalhar essa atividade também como forma de fazer as crianças entenderem como um colega com deficiência visual "enxerga" o mundo. É uma forma de facilitar a inclusão.



quinta-feira, 4 de julho de 2013

Indicação de Leitura


Livro "A evolução psicológica da criança"
Autor Henri Wallon

Editora Martins Fontes
Ano 2007
"Para a criança só é possível viver a sua infância. Conhecê-la compete ao adulto. Contudo, o que irá predominar nesse conhecimento, o ponto de vista do adulto ou o da criança?" (WALLON, 2007, p.9). Com essas palavras, Henri Wallon abre o seu estudo acerca da evolução psicológica da criança, convidando o leitor a uma reflexão sobre o quanto o adulto coloca de si e se põe como referência no estudo da infância. Isso pode levar ao risco de olhar a criança sob um ponto de vista predominantemente adultocêntrico.

Primeira parte - A Infância e seu estudo
1. A criança e o adulto 
2. Como estudar a criança?
3. Os fatores do desenvolvimento psíquico

Segunda parte - As atividades da criança e  sua evolução mental
4. O ato e o efeito
5. O brincar
6. As disciplinas mentais
7. As alternâncias funcionais 

Terceira parte - Os níveis funcionais

8. Os domínios funcionais: estágios e tipos
9. A afetividade
10. O ato motor
11. O conhecimento

12. A pessoa 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Indicação de Leitura


Lenga la Lengade Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas, Viviane Beineke
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 48
Editor: Foco Musical

Lenga la lenga apresenta canções da cultura popular brasileira, através de arranjos originais que reinventam brincadeiras utilizando jogos de mãos, jogos de copos e flauta doce. O livro e o CD trazem uma ideia de brinquedo musical para cada canção, favorecendo múltiplas formas de participação no fazer musical.

Para cada música do CD Lenga la Lenga, pensamos uma forma da criança poder, além de cantar, participar do arranjo e brincar coletivamente, interagindo com a música de diversas formas: tocando em grupo, criando e recriando arranjos, ouvindo e analisando. Procuramos utilizar materiais simples e acessíveis, favorecendo a expressão criativa e prazerosa da criança no fazer musical coletivo.

Para conhecer algumas brincadeiras e músicas clique no Link abaixo:
http://www.lengalalenga.com.br/



quarta-feira, 26 de junho de 2013

Jogos Pedagógicos para Festa Junina

Jogo para embocar com caixa de ovo
Vamos precisar de uma caixa de ovos,rolhas, cartolina e EVA. Este jogo é ideal para trabalhar nas barracas no dia da festa. A caixa de ovos vai ser a fogueira, pinte-a com laranja e amarelo. 

Como que brinca? 
Pra brincar as crianças terão que lançar rolhas para alimentar o fogo, tentando embocar as cavidades da caixa de ovo. Ao final realiza-se a contagem dos pontos. Pode-se acrescentar plaquinhas com os pontos. 

DICA:Pra ilustrar esta atividade, você pode acrescentar a fogueira com rolos de papel higiênico que postamos aqui.


Jogo 'Preparar e saltar'
Pra realizar esta brincadeira vamos precisar de 'cordas' feitas com reciclagem. Aqui temos duas sugestões, cordão de joaninhas feitas com rolinho de papel higiênico pintado e olhos de bolinha de isopor e cobrinha feita com embalagens plásticas de xampu ou potinhos de danone pintados. Ambas as ideias são unidas por um cordão resistente.


Como que brinca?
Uma dupla de crianças segura as cordas em suas extremidades, fazendo-as movimentar-se vivamente sobre o solo, girando-as, elevando-as, para que as outras crianças da sala passem sobre elas sem pisar ou tocar. Ganhar quem conseguir realizar a tarefa.

Read more:http://www.pragentemiuda.org/2013/06/jogos-pedagogicos-para-festas-juninas.html#ixzz2X8qg4000

terça-feira, 25 de junho de 2013

Brincadeira de Roda

É importante que as crianças tenham contato com as Brincadeiras de roda, para isso é necessário perguntar  o que são músicas e brincadeiras de roda, ouvir as diversas respostas, cantar e brincar, como por exemplo: Ciranda cirandinha, Caranguejo peixe é, Batata quente, Adoletá, Corre cotia, etc.
Segue aqui uma versão do "Quintal da Cultura" para uma brincadeira de roda. Muito legal!!!



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Como trabalhar Ciências na Educação Infantil?

Veja o que diz o professor emérito da faculdade de medicina de Ribeirão Preto Sergio Ferreira, para a revista Patio. 
"Na cozinha, como em um laboratório, as perguntas são feitas com o corpo inteiro, envolvendo olfato, paladar, audição e visão. Essa atmosfera de brincadeira deve provocar curiosidade corporal na criança. Ao fazer uma pipoca, uma gelatina, uma limonada, etc., seu paladar esta perguntando: é salgado ou doce? Seu tato: está quente ou frio? Sua audição: por que ferve, por que a pipoca pula e faz barulho? Todas as perguntas podem ser respondidas imediatamente ou podem ser tratadas carinhosamente. “É preciso construir a resposta junto com as crianças, não respondê-la imediatamente”. Essa é a arte de se manter perguntador.
Pesquisar, perguntar dá muito trabalho, porque ensina a pensar."  
Através de Atividades investigativas desenvolvemos no aluno a vontade de aprender, trabalhar com receitas e materiais simples desperta o interesse para construir novos conhecimentos.




Fonte: revista Patio Outubro/Dezembro 2012, nº33.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Reaproveitamento de Materiais

Uma dica sustentável para sua festa... As lanternas são ideias tradicionais nas festas juninas... Aqui vamos ensinar como fazer lanterninhas recicladas com rolinhos de papel higiênico ou papel toalha.



Pra fazer é fácil: corte o rolinho na vertical, dobre na horizontal. Depois, pinte de amarelo por dentro pra dar o efeito fluorescente. Pinte da cor que preferir no exterior. Faça os cortes no sentido vertical, cole, coloque uma alça e já está pronto pra pendurar!



 Dica: o rolinho foi encapado com tecido estampado. Pra ficar ainda mais no clima junino, aposte na chita pra encapar suas lanternas!


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Indicação de Leitura

Livro - O Ciclo Da Água

Plim é uma gotinha de água e juntamente com suas irmãs Plic, Ploc e Splim caíram do céu e passaram por mil aventuras: da terra foram sugadas para uma árvore e foram subindo até chegar nas folhas... e o ciclo da água se processa de uma maneira tão gostosa que as crianças vão ler e reler. A coleção "Viva a Natureza" explica os fundamentos científicos da ecologia com clareza e simplicidade adequadas para a compreensão das crianças.

Editora FTD
Autora:  Neide Matos

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Indicação de Leitura



Livro - Ciência, Arte e Jogo: Projetos e Atividades Lúdicas na Educação Infantil

Na visão da autora, educadora e consultora em educação Adriana Klisys, o brincar é o respiro para a invenção. É brincando que a criança descobre seu espaço de autoria, autonomia e construção do conhecimento. Neste livro, originado de um diálogo de vinte anos com crianças e educadores, projetos e atividades pedagógicas para a educação infantil apresentam-se num mosaico lúdico e inspirador em que o brincar é o eixo que integra conhecimento, ciência, arte e jogo.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Um dia no Museu

Crianças de Educação Infantil são muito curiosas e nessa faixa etária, leva-las ao Museu estimula a curiosidade e a descoberta de novos conhecimentos. Segue alguns Museus onde você professor pode levar sua turma.

CATAVENTO - SÃO PAULO.


Palácio das indústrias (antiga sede da prefeitura), Parque Dom Pedro II, Centro.
Horário: Quarta-feira horas 09h–17h
Telefone (11) 3315-0051.
site: www.cataventocultural.org.br







ESTAÇÃO CIÊNCIA - SÃO PAULO.

End.: Guaicurus, 1394 - Lapa
Horários: Terça a sexta, das 08h às 18h
Sábados, Domingos e Feriados, das 09h às 18h
Tel.: (11) 3871-6750
Preço: R$ 4,00
Site: www.eciencia.usp.br


INSTITUTO BUTANTAN (Museu biológico e museu de microbiologia) - SÃO PAULO


Endereço: Av. Vital Brasil, 1500, Butantã - São Paulo, 05503-900
Telefone: (11) 3726-7222
Site: www.butantan.gov.br






MUSEU DO IPIRANGA


Horário: Quarta-feira, das 09h às 17h
Endereço: Parque da Independência, s/nº, Ipiranga - São Paulo, 04263-000
Telefone: (11) 2065-8000

segunda-feira, 3 de junho de 2013


Por que a água não congela no fundo dos oceanos?

Descubra que a alta pressão é o principal motivo que impede esse fenômeno!

Nos desenhos animados a cena é muito comum: o urso polar abre um buraco no gelo e mergulha na água em busca de peixe. Mergulha?!? Quer dizer, então, que a água dos oceanos só congela na superfície? A resposta é sim e a pergunta boa é: por que isso acontece?

Primeiro você precisa saber que a densidade da água diminui quando ela passa para o estado sólido. Pode parecer complicado, mas a ideia é simples: basta verificar que o gelo (que é água sólida) flutua sobre a água líquida. Depois, é importante notar que é mais difícil a água salgada congelar -- para comprovar, jogue sal no gelo e veja que ele derrete. Por último, guarde a seguinte a informação: quanto mais fundo, maior a pressão e menor a possibilidade de a água congelar. Mais adiante veremos que é esse o principal motivo pelo qual a água dos oceanos não vira gelo.

Antes, porém, vejamos por que ela congela na superfície: quando a temperatura é tão baixa, a ponto de fazer a água salgada congelar, forma-se uma camada de gelo na superfície do mar (porque o gelo flutua). Essa camada isola a água do ar frio que está por cima. Por isso, já é difícil o fundo ficar tão frio a ponto de fazer a água salgada congelar. É daí que vem a ideia da pesca do urso polar!

Ainda assim, nos pólos da Terra faz frio o ano todo, e mesmo com o gelo da superfície isolando, a água por baixo consegue ficar abaixo da temperatura que ela deveria congelar. Hora de lembrar que quanto mais fundo se vai, maior é a pressão. Percebemos isso mergulhando: à medida que vamos mais ao fundo, sentimos doer os ouvidos. Essa sensação é provocada pela alta pressão no fundo da água. E é aí que entra a outra propriedade curiosa da água: quando aumenta a pressão, ela derrete! É a alta pressão que impede o congelamento desse líquido. Então, não tem jeito: por mais grossa que seja a camada de gelo da superfície, a água no fundo dos oceanos não congela mesmo!

Esse fato foi até usado pelos Estados Unidos e Rússia como preparação para uma possível guerra entre os dois países. Os submarinos poderiam ficar escondidos debaixo do gelo sem serem vistos durante meses.

Fonte: Ciência Hoje das Crianças, nº 129, Outubro/2001.
Martin Makler, Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Pg. 28

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Indicação de Leitura

Este livro conta histórias sobre as formas de trabalhar com as crianças em creches e pré-escolas. 

As histórias tecem as experiências práticas e os conhecimentos produzidos por um grupo de educadores e pesquisadores da Universidade de São Paulo.

Os temas abordados são: os medos, a alimentação, a higiene, o sono, as mordidas, as brigas, os materiais didáticos e os brinquedos, a chegada de uma criança e sua família na creche, a inclusão da criança com necessidades especiais, os afetos e desafetos, a organização dos tempos e espaços, a aprendizagem e seus desafios, os limites, a disciplina e a as múltiplas linguagens experimentadas pelas crianças, suas famílias e seus educadores. 

O livro também apresenta textos sobre as novas leis que regulamentam o trabalho em educação infantil e as formulações mais recentes da ciência sobre o desenvolvimento das crianças. Nesta obra você encontrar muitas histórias sobre os fazeres de crianças de 0 a 6 anos de idade e sobre os fazeres de uma instituição que as atende em parceria com as famílias.

Histórias bem-informadas, que ajudam pais e profissionais a refletirem sobre o seu próprio fazer com as crianças.

http://www.cortezeditora.com.br/

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Curiosidades

Pula-pula na panela

O que é, o que é: pula, pula e depois se veste de noiva? Sim, é a pipoca!

Descubra como o milho se transforma em pipoca

Esse alimento, acredite, tem história para contar: atualmente, sabe-se que ele surgiu na América. Tudo porque restos de pipoca com mais de quatro mil anos de idade foram descobertos em sítios arqueológicos no México. Dá para acreditar?

O que todo mundo sabe, no entanto, é que a pipoca é feita de grãos de milho. Há dezenas de variedades de milho, mas apenas uma pode ser usada para fazer pipoca. Mas por que apenas um tipo de milho, quando aquecido, produz pipoca? E por que nem todos os grãos estouram quando resolvemos preparar essa companhia indispensável na hora de um bom filme? Chegou o momento de revelar o segredo por trás desses fenômenos!

O grão de milho, por fora, é recoberto por uma casca, chamada pericarpo (veja só o desenho). Essa casca recobre uma camada interna, o endosperma, que é rico em amido: uma grande molécula que funciona como reserva de energia. Por fim, dentro do endosperma, está o embrião, que poderia gerar uma nova planta, caso a semente fosse para o solo e não para a panela.


Ao aquecer o milho na panela com um pouco de óleo, a água presente no grão começa a evaporar. O aquecimento também produz alterações na estrutura da casca do grão de milho, o pericarpo, fazendo com que o vapor d’água não consiga atravessá-lo. Como consequência, o vapor d’água, superaquecido, fica retido sob pressão no interior do grão de milho. Resultado? O vapor d’água acaba transformando o amido presente na camada interna do grão (o endosperma) em um gel.

Quando a pressão aumenta acima de um determinado limite, a pipoca estoura, por causa da ruptura da casca do milho: o pericarpo. Neste processo, o vapor d’água superaquecido e o amido em forma de gel se expandem e rapidamente resfriam. Como resultado, é formado um sólido branco, macio, de consistência esponjosa, que comemos: a pipoca!

Se colocássemos na panela um milho que não fosse de pipoca, nada disso aconteceria. Tudo por conta da composição da casca que envolve o grão de milho: o pericarpo. Apenas o do milho de pipoca se torna impermeável quando aquecido. O pericarpo de outras variedades deixa o vapor d’água escapar e o milho não estoura.

É verdade que, algumas vezes, o próprio milho de pipoca pode não estourar. Motivo? É necessário que ele tenha um determinado teor de umidade para estourar. Ou seja, uma determinada quantidade de água presente em seu interior.

Um processo de secagem que não foi controlado corretamente ou o armazenamento inadequado do milho de pipoca pode gerar grãos com baixo teor de umidade, que não produzem uma boa pipoca. E aí não tem jeito: sobram caroços no fundo da panela!


Joab Trajano Silva, Instituto de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro

terça-feira, 28 de maio de 2013

ATIVIDADES DE ESTIMULAÇÃO PARA TRABALHAR COM CRIANÇAS DO BERÇÁRIO


A proposta de estimulação divide-se por faixa etária:


Quatro meses

1) Brincar no colo de serra , serra, serrador, a partir da posição quase sentada, frente a frente com a educadora.
3) Segurar o chocalho com a mão, para balançar e produzir barulho.
4) Dar mordedor e brinquedos para que a criança possa levar até a boca.
5) Facilitar brincadeiras para usar os dedos das mãos e manipular os objetos.
6) Conversar com o bebê frente a frente, dar um tempo para ele retribuir esta conversa com sorriso.
7) Brincar de esconde , esconde.

Cinco meses

1) Segurá-lo pelas axilas e colocar o bebê em pé.
3) Dar brinquedos para que a criança possa segurar com a mão.
4) Brincar com as mãos, com cubos e caixinhas.
5) Rolar usando  colchonete como auxílio.
6) Dar mordedor.
8) Estimular a bater palmas.
9) Cantar para o bebê e conversar muito com ele.


Seis meses

1) A partir da posição lateral, favorecer o rolar, fazendo a criança seguir um objeto.
2) Favorecer o “ nadar a seco”, de barriga para baixo.
3)Sentar em volta de almofadas, dentro de uma bóia, manter as costas do bebê sempre apoiada
4) De bruços flexionar e esticar os cotovelos.
5) Com leve apoio colocar o bebê sentado
6) Dar um brinquedo para que a criança passe de uma mão para outra
7) Oferecer um brinquedo para a criança. Se estiver segurando um ela o soltará e pegará o outro brinquedo
8) Esconder brinquedos embaixo de um pano para que a criança o procure
9) Colocar uma fralda na cabeça ou se esconder para que a criança ache a mãe
10) Colocar a criança frente ao espelho e fazer desaparecer

11) fazer com que a criança busque brinquedos com o movimento de Arrastar-se


Sete meses

1) Brincar de dentro e fora de uma caixa de papelão ( entrar e sair, sentar, jogar brinquedos dentro e fora, etc).
2) Fazer caretas para o bebê imitar.
3) Dar dois brinquedos para criança bater um no outro.
4) Segurar o bebê em pé, estimular o pula pula.
6) Dar uma colher na mão para a criança segurá-la, enquanto é alimentada


Oito meses

1) Colocar o bebê sentado, para brincar.
2) Colocar o bebê sentado de lado, de forma a facilitar passar para a posição sentado sozinho.
3) Colocar brinquedos a sua frente a fim de motivá-lo a alcançar os mesmos.
4) Brincar com caixas grandes de brinquedos.
5) Mostrar para o bebê um brinquedo grande, em seguida esconder atrás das costas, pedir para ele procurar.
6) Dar uma xícara de plástico e uma colher na mão da criança para brincar.
7) Dar argolas grandes para enfiar num cordão.
8) Beijar o bebê e dar o seu rosto para ele beijar


Nove meses

1) Estimular a criança a engatinhar jogando uma bola para ir buscar.
2) Dar um brinquedo com cordinha, para que puxe e levanta.
3) Esconder um brinquedo na mão para que procure.
4) Dar brinquedos com furinhos para enfiar o dedo.
5) Dar biscoito para que tente comer sozinho.
6) Dar potinhos para tentar colocar a tampa.



Dez meses

1) Deixar a criança engatinhar livremente.
2) Ensinar a criança a dar “ tchau”.
3) Estimular a criança a falar frente ao espelho.
4) Pedir “ dá um brinquedo”, estender a mão e esperar a criança entregá-lo.
5) Perguntar :“Onde está a mamãe”? “ Onde está o cachorro?”
6) Dar caixas e potes para a criança encher e tirar objetos.

3) Deixar a criança encher e tirar uma caixa de brinquedos, para que perceba quando está cheia ou vazia.
4) Dar carrinhos para a criança empurrar.

Onze meses

1) Colocar potes para empilhar.
2) Na hora da refeição dar uma colher para a criança segurar.
3) Dar objetos adequados para a  criança brincar na água na hora do banho.


Doze meses

1) Facilitar o andar, segurando a criança pelas mãos.
2) Oferecer diversas caixas, de diversos tamanhos e pedir que encaixe uma dentro da outra.
3) Estimular a pegar com as próprias mãos os alimentos.
4) Dar prendedores de roupas para a criança brincar de prender.
5) Deixar que brinque com revistas velhas, pedir que corte e amasse com as mãos.
6) Deixar o bebê tentar comer sozinho, mesmo que derrame a comida.
7) Contar histórias, mostrando figuras.


Orientações didáticas

A música e o movimento devem estar sempre presentes, estimular , cantando sempre, trazendo objetos coloridos e atraentes é uma boa dica.

Tenha uma caixa grande com sucatas como: potes e caixas de tamanhos diversos

Uma outra dica ter uma caixa colorida para a hora da história, nesta caixa ter fantoches, bichinhos de pelúcia, bonecas etc.

Ter carinho e muito amor é o essencial!


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Reaproveitamento de Materiais


Do lixo para a mesa

Aprenda a fazer um bolo de casca de banana, uma receita surpreendente.

A cozinha é o laboratório da casa, o lugar onde fazemos grandes experimentos. É lá que frutas, legumes e verduras, combinados com outros ingredientes, podem virar bolos, biscoitos, sorvetes, entre outros pratos de dar água na boca. Mas aqui vai um desafio: você comeria bolo de casca de banana?

Antes de torcer o nariz, saiba que cascas, talos e folhas são partes nutritivas de muitos vegetais e podem ser usadas no preparo de saborosas receitas. Quer conferir?

Bolo de casca de banana

Ingredientes para o bolo:
* 4 cascas de banana;
* 2 ovos;
* 2 xícaras de leite;
* 2 colheres (sopa) de margarina;
* 3 xícaras de farinha de rosca;
* 1 colher (sopa) de fermento em pó.

Para a cobertura:
* ½ xícara de açúcar;
* 1 ½ xícara de água;
* 4 bananas em rodelas;
* suco de ½ limão.

Bata as claras em neve em guarde-as na geladeira. Lave bem as cascas das bananas e bata-as no liquidificador com as gemas, o leite, a margarina e o açúcar. Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca, mexendo bem. Junte delicadamente as claras em neve e o fermento. Com a ajuda de um adulto, leve a mistura ao forno médio pré-aquecido em uma assadeira untada com margarina e farinha por 40 minutos.

Para fazer a cobertura, você também vai precisar de um adulto na cozinha. Derreta o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas em rodelas e o suco de limão. Tire o bolo do forno e cubra-o ainda quente. Hummm!

E aí, o bolo está aprovado? Ele faz parte do texto publicado na CHC 207, que traz também receitas de sorvete de casca de manga, suco de casca de abacaxi com hortelã e biscoitinhos de casca de goiaba. Confira!

Viviam Campos, Laboratório de Ensino de Ciências, Universidade Metodista de São Paulo

Fonte: Revista Ciência Hoje Nº207

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Reaproveitamento de Materiais


Esta é uma dica de atividade criativa e fácil de fazer com a turminha, com reciclagem de rolo de papel higiênico... O vasinho foi feito com rolo de papel higiênico e depois acrescenta-se a terra e planta-se uma semente (feijão ou outra de sua preferência).



Vamos aprender a fazer o vasinho de rolo de papel higiênico?

01 - Primeiro você vai precisar dobrar o rolo como mostra a foto duas vezes pra ficar quadrado... dobre e vinque pra ficar bem certinho...




02 - Agora corte de um dos lados como mostra a foto, dos dois lados vincados...



 03 - Agora é só encaixar as 04 partes como fazemos como uma caixa de papelão e fazer o fundinho... Pra dar o acabamento em cima, corte do tamanho que preferir e dobre pra dentro pra ficar mais durinho.



Casa para entrar e explorar

Esta é uma dica para a criança adquirir mobilidade, explorar e experimentar diversos tipos de materiais e texturas permitindo a interação com o meio.
Com uma caixa de papelão grande, forre com materiais diversos em seu interior, deixando aberturas como portas e janelas de diversos formatos.
Use sua criatividade para deixá-la bem bonita e atrativa.
Faixa etária: 0 a 2 anos.
Para visualizar melhor é só clicar em cima da imagem.



































































Fonte: Revista Pátio - ano XI - Abril / Junho 2013