sexta-feira, 3 de maio de 2013

MARATONA



               Um bom ensino da Matemática forma melhores hábitos de pensamento e habilita o indivíduo a usar melhor a sua inteligência.
(Irene de Albuquerque)      

 10° Encontro de Professores coordenadores – 29/04/2013
  Objetivos:
·         Orientar e subsidiar os professores do 5º ano e professores coordenadores para o desenvolvimento das atividades da II Maratona de Matemática 2013;
·          Desenvolver algumas atividades dos livros da Jornada de Matemática – Ler e escrever.

  Encaminhamentos

1)     Atividade de Leitura;
2)     PPT – II Maratona de Matemática;
3)     Orientação de organização das equipes da sala;
4)     Vivência com jogos;
5)     Conversando um pouco sobre as atividades:
    •          Stop das 4 operações;
    •          Maior que, menor que...
    •     Stop dos múltiplos de 10, 100, 1000, ...
    •         Cálculo aproximado;
    •          Bingo da tabuada;
    •          Quantas notas de 10.
 
6)     Proposta de encaminhamento para II Maratona de Matemática;
      7)     O material será encaminhado por email e está disponível no Blog da oficina.

   Oficina Pedagógica
Oficinapedagogicamorato.blogspot.com.br
4488-7979


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Acreditar


Olá!         
  Ontem 1° de Maio Dia do Trabalhador, espero que todos tenham descansado bastente.. data tão marcante para todos nós educadores, que além de participarmos desta gama de pessoas que produz, também formamos futuros cidadãos trabalhadores esperando que construam não só prédios, mas uma sociedade mais justa de forma ativa e apaixonada pela atividade que exercerão.
  Ainda nesta reflexão sobre a obstinação de construir uma sociedade que se orgulha do que produz recordei-me com profundo pesar que foi nesta mesma data  a 19 anos que o país perdia um de seus maiores ídolos: Ayrton Senna.
    As conquistas de Ayrton inspiraram toda uma geração e foram além, por isso hoje deixo duas sugestões.
    Sugiro conhecer o trabalho desenvolvido pelo INSTITUTO AYRTON SENNA, que realiza diversos projetos voltados á educação. Você pode acessar diretamente a página inicial pelo link abaixo:
  Também para trabalhar com os pequenos (não precisam necessariamente estar alfabetizados) há um link no portal Glogo.com onde o personagem Senninha propõem diversas atividades para os pequenos como cineminha com pequenos filmes sobre educação no trânsito, download com emotions, mural para troca de mensagens, além de jogos e passatempos.
  Proporcionar momentos de diversão também estimulam bastante a aprendizagem.
  Vamos dar uma passadinha por lá?
  Encerro hoje está publicação com uma frase de nosso saudoso vitorioso, Até a próxima semana!
"Se a gente quiser modificar alguma coisa, é pelas crianças que se deve começar, através da sua educação." (Lema do Instituto Ayrton Senna)
 
 Kátia C A Souza
ATP de Informática
 
 
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Corrida dos Nomes

Divida a sala em dois grupos. Cada criança escreve o seu nome em um pedaço de papel ou crachá. Coloque os crachás de cada grupo em uma caixa. Os componentes dos grupos ficam à frente da caixa em que estão os crachás com os seus nomes. Objetivo do jogo é encontrar seu nome e voltar a formação inicial. O grupo que o fizer primeiro será o vencedor. 

Dependendo do objetivo do jogo, podem-se fazer variações: 
  • Organização por ordem alfabética; 
  • Por quantidade de letras; 
  • Classificação de meninos e meninas, etc. 
Neste jogo, a tentativa de leitura do nome dos colegas é feita pela comparação visual, com base em materiais escritos que possuem um significado. Com eles, as crianças podem observar, por exemplo, que a sílaba VI de Vinícius é a mesma que inicia o nome Vitória, o que lhes permite perceber regularidades da língua escrita e falada.


Brincar com o bebê estimulando os seus sentidos



À medida que o bebê vai crescendo, a brincadeira também o vai acompanhando. O brincar ajuda o bebê a ser estimulado, sendo uma forma de aprender sobre o que o rodeia. E, acima de tudo, estimula os seus sentidos.

Visão
Quando um bebê nasce, ele não consegue ver muito, normalmente não vê nada que esteja a mais de 30 cm dos seus olhos. À medida que vai crescendo, também a sua visão se vai desenvolvendo, começando a ver cada vez mais longe, e tendo uma focagem visual maior. Para que o  bebê fortaleça mais rapidamente o sentido de visão, a brincadeira pode ajudar muito, nomeadamente brincadeiras que a estimulem.
Para ajudar o bebê a desenvolver o seu sentido de visão, opte por usar um móbile com cores altamente contrastantes, como preto e branco em padrões contrastantes. Embora o rosa e as cores pastéis possam ser bonitas, para este fim não são as ideais. À medida que o bebê vai crescendo, vá adicionando cores como o vermelho, verde, azul e amarelo.
Apenas por volta dos 3 meses de idade, é que o bebê começa a ter a capacidade de focagem em grande desenvolvimento. No entanto, não são necessários livros ou brincadeiras especiais, o ideal é falar em frente ao rosto do bebê, e o seu sentido de visão irá desenvolver-se de forma normal. Afinal este trabalho é fácil!

Audição
Quando o bebê nasce, o seu sentido de audição está no pico, sendo este o sentido mais desenvolvido que tem nessa altura. Ele reconhecerá a voz da mãe quase instantaneamente, e rapidamente reconhecerá a voz do pai e de quem o rodeia. Nos primeiros meses de vida, o som será a forma mais apurada de reconhecer o mundo que o rodeia.
Para ajudar a estimular a audição através do som, introduza-o ao mundo da música. Use brinquedos musicais, dance com ele nos seus braços, cante para ele, coloque músicas com sons diferentes como água, risos, sons de animais, conversas, música clássica, música infantil e outras.
Mostre-lhe fotografias de animais, enquanto o som do animal está a ser tocado. Leia-lhe livros, ensine-lhe músicas simples para que ele mais tarde ou mais cedo as possa cantar consigo.

Paladar e Olfato
Quem convive com um bebê, sabe que a tendência para ele colocar tudo na boca é grande. Ainda que seja algo que pode ser um pouco assustador, a verdade é que um bebê aprende sobre os objetos desta forma, saboreando-os e sentindo-os com a boca. Por isso, em vez de somente ensinar o bebê a não colocar objetos na boca, dê-lhe objetos adequados para ele mastigar.
Uma forma de estimular o bebê é na altura em que ele tiver idade suficiente para ingerir alimentos sólidos: dando-lhe diferentes tipos de alimentos para ele experimentar. Porém, o bebê deve ser introduzido aos sólidos apenas depois dos 6 meses de idade. Sentar-se sem suporte, fazer movimentos de mastigação. Introduza novos alimentos na vida do bebê aos poucos, Assim sendo, o bebê irá não só saborear novas texturas e sabores, mas também os novos aromas dos alimentos. Dito isto, irá sempre chegar o momento em que ele vai provar uma rodela de limão, não se esqueça de ter a câmara fotográfica pronta!

Tato
O tato é uma grande fonte de estímulo para o bebê.
Dê ao bebê brinquedos com diferentes texturas e materiais, para estimular o seu sentido de tato. Coloque, por exemplo, diferentes tecidos nas mãos dele para sentir, descrevendo-lhe a sensação do toque de cada um.
Neste caso, é muito importante não estimular em demasia o bebê, dê-lhe apenas 1 ou 2 brinquedos de cada vez.
É bom lembrar que o toque é fundamental para o desenvolvimento do bebê.

Adaptação e pesquisa Andréa Amorim

Sugestão para o Dia das Mães




Uma linda ideia para lembrancinha feita com latinhas recicladas e fotos de família.
Artesanato com reciclagem fácil de fazer, que só vai precisar de latas bem limpas, fotos que mais gosta, cola e prime para selar a a lata.

Se inspire com essa criativa ideia e faça em casa as suas latinha com fotos para recordar.

Fonte: http://cacareco.net/2012/05/03/latas-recicladas-com-fotos/#more-8780

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Vamos á feira?


Olá!

     A publicação desta semana fala sobre um site muito conhecido... Mas, não resisti!
 http://educarparacrescer.abril.com.br é o site da Editora Abril que propicia um leque de diversas atividades e apontamentos sobre questões pedagógicas, entre elas: IDEB, indicações de hotsites, publicações relacionadas ao processo de ensino aprendizagem, sobre alfabetização, indicações literárias, Educação Infantil, concursos culturais e vários “toques para pais e educadores”.
     Dentre os muitos atrativos, encontramos OS JOGOS que podem ser utilizados com todas as séries.  Entre eles está o: VAMOS Á FEIRA?
      Este jogo propicia o resgate do conhecimento prévio sobre o que as crianças conhecem dos alimentos, seus benefícios, como usá-los. Veja:




 

     Ao localizar o alimento entre os produtos da barraca e acertar a dica o aluno passa a conhecer mais sobre o alimento mencionado.

      Para finalizar a seqüência uma receita é liberada.




   Como são frutas e verduras encontradas facilmente traz a possibilidade de serem feitas com os pais, nas escolas ou em qualquer lugar.
   Aos pequenos propicia um complemento de aula diferenciado e aos maiores a possibilidade de pesquisa mais amplas a partir de uma base divertida.

     Vamos nos deliciar com esta feira!!

     Visite o site, vale a pena.

    Até a próxima...

Kátia C A Souza
ATP de Informática

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Tabela Pitagórica para aprender multiplicação


Tabela Pitagórica para aprender multiplicação
Confira como utilizar esse excelente recurso para provocar a reflexão sobre as relações de proporcionalidade nas multiplicações 

Objetivo
Adquirir recursos para reconstruir rapidamente os resultados das multiplicações básicas. 

Conteúdos
- Sistematização e ampliação do repertório de multiplicações. 
- Exploração das relações de proporcionalidade envolvidas nas multiplicações. 

Anos 
Do 3º ao 5º ano. 

Tempo estimado 
Ao longo do ano inteiro. 

Materiais necessários 
Tabela pitagórica para completar (uma por aluno); 
Cartaz com a mesma tabela (reproduzida em tamanho grande) para a análise coletiva posterior; 
Tabelas com alguns erros para os alunos corrigirem.

Desenvolvimento 
1ª etapa
Proponha que os alunos completem a tabela pitagórica. Diga que analisem diferentes relações entre os números e de que maneira podem encontrar alguns resultados das multiplicações a partir de outros. Por exemplo, para saber quanto é 7 x 8, é possível pensar no dobro de 7 x 4, ou no quádruplo de 7 x 2, ou ainda, pensar em 5 x 8 + 2 x 8, ou em 7 x 10 - 7 x 2. Apresente uma tabela pitagórica para os alunos e explique como preenchê-la. Proponha que, individualmente, preencham os quadradinhos correspondentes àqueles produtos que lembram de memória.




Reserve um tempo para que preencham os resultados que lembram de memória e em seguida proponha a discussão coletiva. O aspecto central dessa discussão é que os alunos reflitam sobre como usar os resultados que se lembram para encontrar outros a partir das relações entre as diferentes fileiras e colunas desta tabela. Para a tabuada do 5, por exemplo, é interessante retomar o que os alunos sabem sobre a multiplicação por 10, chegando a formulações como: a tabuada do 5 é fácil porque todos os números terminam em 0 ou em 5; se olharmos a tabuada do 5 de dois em dois quadradinhos, a partir do 10 (5 x 2), encontramos a tabuada do 10, porque duas vezes cinco equivale a uma vez dez; se olharmos a tabuada do 5 de dois em dois quadradinhos, a partir de um número que termina em 5, chega-se em outro número que também termina em 5, que é o resultado de se somar 10 ao resultado anterior; multiplicar por 5 é a metade de multiplicar por 10. 

Do mesmo modo, é possível analisar a relação entre as fileiras ou colunas do 2 e do 4, onde os resultados da segunda são o dobro dos da primeira; ou entre o 4 e o 8; entre o 3 e o 6; o 5 e o 10. Ou as relações entre a fileira ou a coluna do 2 e do 8, onde os resultados da segunda são o quádruplo dos da primeira; ou do 9 e do 3, onde os resultados da primeira são o triplo dos da segunda. Também é possível estabelecer que os resultados da fileira ou da coluna do 7 podem ser constituídos somando os resultados das fileiras ou colunas do 3 e do 4; ou subtraindo, por exemplo, das multiplicações por 10 os resultados da multiplicação por 3 etc. Do mesmo modo, é possível conhecer os resultados de outras multiplicações, tais como as multiplicações por 9, a partir da soma dos resultados da multiplicação por 4 e por 5; por 7 e por 2, ou ao subtrair 9 do resultado das multiplicações por 10; etc. 

Algumas atividades para sistematizar tais discussões podem ser: 

1-


2- Sem fazer o cálculo, escreva as seguintes contas em ordem crescente: 

6x6     3x5 
4x5     6x7 
5x5     8x7 
9x8     9x10 
8x8 

3 - Complete as seguintes tabelas:


Em síntese, trata-se de estabelecer uma rede de relações entre multiplicações a partir da tabela da multiplicação, porém estas relações não substituem a memorização dos resultados no momento de realizar um cálculo. 

2ª etapa
A propriedade comutativa da multiplicação faz com que baste memorizar a metade dos produtos do quadro. Esse aspecto se refere aos resultados que se repetem a partir de um eixo de simetria constituído por uma diagonal do quadro. Isto, baseado na comutatividade da multiplicação, permite reconstruir uma metade do quadro a partir do conhecimento da outra metade. 

Proponha aos alunos a análise coletiva e registre no caderno as descobertas que fizerem acerca do eixo de simetria.




Proponha aos alunos que busquem diferentes multiplicações que cheguem a um mesmo resultado. Por exemplo, 24, 18, 30, 32, 36. 

Se sabemos que 4 x 6 é igual a 24, fica fácil saber que 6 x 4 também é igual. O mesmo com 8 x 9, que é igual a 72, 9 x 8 também é igual a 72. Ter consciência de que os resultados de metade da tabela pitagórica são os mesmo da outra metade, facilita o entendimento das regularidades e a memorização dos resultados. 

3ª etapa
As multiplicações por 0 e por 1 são casos especiais. Proponha a reflexão sobre o que acontece quando se multiplica por 0 e por 1, respectivamente. Organize anotações no caderno. 

4ª etapa
Proponha aos alunos um jogo para sistematizar as descobertas sobre as regularidades e propiciar o aumento do repertório de cálculos: mostre aos alunos a tabela da multiplicação do cartaz completa, com alguns quadradinhos tapados, e peça que anotem em seus cadernos os resultados das multiplicações que se encontram ocultos (eles não podem consultar suas tabelas pessoais). 

Em outro momento, entregue tabelas completas, mas contendo alguns erros, e solicite que os alunos os corrijam. 

5ª etapa
É necessário propor, em sucessivas oportunidades, um trabalho sistemático dirigido a memorização deste repertório pelos alunos. Para isto, peça que anotem quais são as multiplicações que recordam facilmente, de memória, e não precisam voltar a calcular a cada vez e, quais as que são mais difíceis de recordar. Em momentos coletivos, os alunos poderão apresentar as multiplicações que consideram mais difíceis e, junto com seus colegas, buscar pistas - a partir das diferentes relações - que permitam recordá-las.
 
Por exemplo, se alguém não lembra quanto é 9 x 8, é possível reconstruir essa multiplicação a partir de: 
9 x 4, vimos que 9 x 8 é o dobro de 9 x 4: 9 x 8 = 9 x 4 x 2 = 36 x 2 = 72; 
9 x 8 = 9 x 5 + 9 x 3 = 45 + 27 = 72; 
9 x 8 = 5 x 8 + 4 x 8 = 40 + 32 = 72; 
10 x 8 - 8 = 80 - 8 = 72; 
9 x 10 - 9 x 2 = 90 - 18 = 72; 
etc. 

Estas "pistas" ficarão registradas nos cadernos para que os alunos possam voltar a elas tantas vezes quanto seja necessário. Toda essa bagagem de conhecimentos constituirá uma trama que contribuirá para o trabalho de memorização das tabuadas que inevitavelmente os alunos deverão realizar. 

Periodicamente, entregue uma série de cálculos para os alunos realizarem individualmente em um curto período de tempo e sem consulta às pistas do caderno, a fim de verificar se o repertório de cálculos memorizados está aumentando gradativamente. 

6ª etapa
Proponha problemas que devam ser resolvidos com a calculadora. Tais problemas devem requerer a reconstrução de um resultado da tabela da multiplicação a partir de outros: 

Se na calculadora você precisar fazer as seguintes multiplicações, mas a tecla do 8 não estiver funcionado. Como poderá fazê-las? 
4 x 8 = 
6 x 8 = 
7 x 8 = 
5 x 8 = 

Se você precisar fazer estas outras multiplicações sem usar a tecla do 6? 
9 x 6 = 
8 x 6 = 
7 x 6 = 

E se você precisar fazer estas outras sem usar a tecla do 7? 
4 x 7 = 
10 x 7 = 
5 x 7 =

Avaliação 
Para que os próprios alunos possam ir controlando quais são os resultados das multiplicações que se recordam e quais não, proponha o seguinte jogo: fale uma multiplicação e a anote na lousa. Dê um breve tempo para que os alunos, individualmente, a escrevam em seus cadernos e anotem também seu resultado. Em seguida, dite outra multiplicação e os alunos repetem o procedimento. Mesmo que não lembrem o resultado copiam a multiplicação. 

Depois de várias multiplicações, solicite que confiram os resultados com a calculadora e proponha a discussão coletiva sobre quais foram as multiplicações que vários alunos não puderam responder ou erraram. 

Selecione quais multiplicações irá analisar e coordene, então, uma discussão coletiva entre todos os jogadores. Construam, coletivamente, "pistas" que permitam recordar essas multiplicações em uma próxima oportunidade. 

Oriente os alunos para organizarem as multiplicações que precisam estudar. Para isto, proponha o trabalho individual no caderno e peça que agrupem as multiplicações mais difíceis, que anotem as pistas sugeridas na aula e que, além disso, solicitem pistas para algumas multiplicações que não foram discutidas coletivamente. Oriente que organizem um estudo diário ao longo dos dias.